28/11/14

HINO À DIAMANTINA

O "Hino à Diamantina" realizado no ano transado, pelos alunos do 8º ano, turma B, assinala o fim do mês de novembro e das comemorações em torno da Patrona, 
Prof.ª Diamantina Negrão.


26/11/14

UM LIVRO E UM JOGO

“Um livro, um amigo. Um jogo, uma companhia…”

Com a chegada do Natal oferece, um livro e/ou um jogo de tabuleiro que já tenha sido importante para ti e que possa fazer parte da vida de todos quantos frequentam a Biblioteca. O livro/o jogo deverá estar completo e em bom estado de conservação, para que continue a ser estimado.

O teu nome fará parte do Quadro dos Dadores da Biblioteca (em exposição).

Aguardamos e agradecemos muito a tua doação.


25/11/14

PEQUENO ESCRITOR

No âmbito da atividade Pequeno Escritor publicámos o trabalho de André Tavares Varandas, n.º 3, 6º A orientado pela docente Manuela Carvalho, na disciplina de Português. 

Pedro Alecrim de António Mota

O escritor António Mota conta a história de um jovem rapaz e a sua vida escolar, no campo, com a família e colegas. Pedro Alecrim era um rapaz novo que vivia no monte juntamente com os seus pais e irmãos. Habitava numa casa em que o trabalho de lavoura era a fonte de sustento. Todos os dias partia para a escola. Pedro não era bom aluno, mas esforçava-se nas aulas. Quando este jovem regressava a casa, ia tratar do gado, apanhava a erva e distribuía-a na manjedoura dos animais e ia buscar as cabras aos campos. Certo dia, o pai de Pedro adoeceu. O pai deste jovem afirmava que era uma ligeira indisposição e recusava-se a ir ao médico. Quando um dia Pedro regressava da escola, sua mãe disse-lhe que o pai tinha ido para o hospital onde, posteriormente, ia ter uma cirurgia e onde, mais tarde, acabou por morrer. Com esta situação, Pedro passou a realizar, em casa, tarefas mais difíceis.
Uns meses depois, o seu tio, que era ferreiro, convidou-o a trabalhar com ele. Pedro deu fim à sua carreira de estudante para se tornar um futuro ferreiro.
                Um dos capítulos que mais me agradou, revela-nos a realidade de outros meninos que, antes de irem para a escola, têm de fazer inúmeras tarefas de lavoura e a maioria deles não chega a concluir o 5º ano de escolaridade. Ao comparar a vida do Pedro com a minha, verifico que são completamente diferentes, pois só tenho de ajudar a minha mãe em algumas tarefas domésticas, tais como, arrumar o quarto, limpar a louça e despejar o lixo. E tenho objetivos académicos bem diferentes dos do Pedro, porque quero estudar na universidade.
 Neste capítulo também se retrata a grande amizade entre o Nicolau e o Pedro, que, ao conversarem sobre a sua vida, demonstram muita maturidade nos assuntos que abordam.
Aprendi também como passavam as suas férias, porquanto eram completamente diferentes das nossas. Enquanto eles se sentem felizes indo a festas populares e vendo dançar os ranchos folclóricos, ouvindo tocar bandas de música, entrando na procissão e, à noite, admiram o fogo-de-artifício, nós temos um mundo tecnológico ao nosso dispor: televisão com cento e tais canais, computadores, tabletes e afins. Serão menos felizes? Pensei eu. Julgo que não. Apenas temos vidas e vivências diferentes, mas não fui indiferente à comparação.
Fiquei bastante sensibilizado com a revolta que sentiram quando recordaram os meninos mimados que ficavam com nojo e faziam caretas para a comida do almoço, no refeitório. Presentemente, ainda há meninos que não dão valor à comida, quando, diariamente, morrem pessoas à fome.
Por fim, também quero deixar registado que não são só “aspetos negativos” que me separam da vida do Pedro, pois ele tem uma vivência com a natureza de que, confesso, chego a ter uma pontada de ciúmes. Adoro o contacto com os animais e com a natureza e eles (Pedro e Nicolau) têm essa liberdade e essa oportunidade, como se pode ver neste pequeno excerto que não resisto a transcrever:
«Que bom mergulhar nas águas claras e frias, nadar contra a corrente, lavar todos os suores, todos os perfumes.
Que bom meter a cabeça debaixo de água com o peito cheio de ar e soltar as lágrimas. Tão bom sentir a água gelada no corpo a escaldar. (…)
Deitei-me na terra e rebolei-me muitas vezes. Era bom o cheiro da erva, sabia bem molhá-la devagarinho.
Era bom estar só. E tentar compreender tudo.»
António Mota, Pedro Alecrim, p. 97, Edinter, 7ª edição, 1998


24/11/14

PEQUENO ESCRITOR


           A biblioteca escolar em articulação com os docentes da disciplina de Português, do 2.º ciclo promovem atividades de escrita  que consistem na elaboração de pequenas biografias e apreciações pessoais de obras de autores portugueses e estrangeiros. A atividade chama-se Pequeno Escritor. 

Este mês o autor tratado foi SAINT- EXUPÉRY. Reproduzimos o trabalho da aluna, Rita Magalhães do 6.º A.
         

      
   A obra "O Principezinho" foi escrita por Antoine Jean Baptiste Marie Roger Foscolombe de Saint-Exupéry, conhecido por Antoine de Saint-Exupéry. O autor nasceu em Lyon (França) a 29 de junho de 1900 e morreu a 31 de julho de 1944. Além de escritor foi, também, ilustrador e piloto. 
        
            O excerto que mais apreciei foi retirado do X (décimo) capítulo e trata a visita do Principezinho ao Asteróide 325, que era habitado por um rei.

            « - Se eu ordenasse a um general que voasse de  flor em flor como borboletas, ou que escrevesse  uma tragédia, ou que se transformasse  em  gaivota e se o general  não executasse  a ordem recebida, de quem era a culpa: minha ou dele?
            -Era Vossa - respondeu firmemente o principezinho.
            -Pois era. Só se pode exigir a uma pessoa o que essa pessoa pode dar - prosseguiu o rei. - A autoridade baseia-se, antes de mais,  no bom senso.»                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              
            Escolhi este excerto porque apreciei o bom senso do rei, a sua sensatez e gentileza perante os seus «súbditos».
           
            Normalmente, quando pensamos num rei, ocorrem-nos palavras como: mandar, exigir, fazer cumprir… Mas este rei transmite-nos uma ideia muito diferente: não exigir aos outros mais do que eles conseguem realizar.

          
            Esta é, na minha opinião, uma atitude muito humana da parte de um rei. 

Rita Magalhães



21/11/14

EVOCAÇÃO À PATRONA

Durante todo o mês de novembro  evocámos a vida e obra da Professora Diamantina Negrão com  apresentações aos alunos.


11/11/14

"A VOZ DOS LIVROS" NO SÃO MARTINHO



11 DE NOVEMBRO - DIA DE SÃO MARTINHO

                                                
                                      
Lenda de São Martinho

A lenda de São Martinho conta que certo dia, um soldado romano chamado Martinho, estava a caminho da sua terra natal. O tempo estava muito frio e Martinho encontrou um mendigo cheio de frio que lhe pediu esmola. Martinho rasgou a sua capa em duas e deu uma ao mendigo. De repente o frio parou e o tempo aqueceu. Este acontecimento acredita-se que tenha sido a recompensa por Martinho ter sido bom para com o mendigo.

A tradição do Dia de São Martinho é assar as castanhas e beber o vinho novo, produzido com a colheita do verão anterior.

Por norma, na véspera e no Dia de São Martinho o tempo melhora e o sol aparece. Este acontecimento é conhecido como o Verão de São Martinho.

http://www.calendarr.com/portugal/dia-de-sao-martinho/

                                                             

10/11/14

COMEMORAÇÕES DA PATRONA PROF.ª DIAMANTINA NEGRÃO

Projeto “Ler Mais Poesia” promovido na 2.ª Semana de Evocação da Patrona, em novembro de 2011. Livro áudio-visual com poesia do professor José Guilherme e da poetisa Josefa de Lima com ilustrações/gravuras organizadas pelas docentes Dinah Quitino e Elisabete Bentes.






07/11/14

ROTEIRO DA VIDA E OBRA DA PROF.ª DIAMANTINA NEGRÃO

Assinala-se hoje o aniversário do nascimento da patrona da E.B. 2,3 Prof.ª Diamantina Negrão. Dando continuidade a iniciativas anteriores, a equipa da biblioteca escolar preparou várias atividades a que deu o nome de “Roteiro da vida e obra da Prof.ª Diamantina Negrão” em que se promovem e publicitam nos vários espaços escolares cartazes com aspetos da vida e obra da nossa patrona: frases da obra poética, formas de arte ligadas à figura da mesma, promoção de projetos anteriores, como o “Ler+ Poesia”, e sessões informativas aos alunos sobre a vida e obra da Professora Diamantina, que serão dinamizadas ao longo do mês de novembro. 

Convidamos toda a comunidade escolar a visitar este Roteiro…


04/11/14